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9 de junho de 2012

Brasilienses começam pedalada rumo à Rio+20

03/06/2012 - 15h52

 
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
 


Brasília – Um grupo de 15 ciclistas deu início hoje (3), em Brasília, a uma jornada de mais de mil quilômetros rumo à Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que começa no dia 13 de junho no Rio de Janeiro. A 1ª Bicicletada Nacional teve adesão de grupos que sairão de todas as regiões do país. A ideia é chamar a atenção para dois temas caros aos ciclistas: o uso da bicicleta como forma de preservar o meio ambiente e a necessidade de mais segurança no trânsito.
O grupo que saiu de Brasília deve pedalar de 110 a 160 quilômetros por dia durante 12 dias, recolhendo adeptos em Belo Horizonte e Juiz de Fora. As bicicletas vão equipadas com mochilas, aparelhos de medição eletrônica e sacos de dormir, embora as pernoites ainda não estejam garantidas. “Nossa ideia é conseguir apoio das prefeituras com a hospedagem em troca de palestras e ações de conscientização, mas ainda aguardamos respostas”, explicou o ciclista Felipe Teixeira.
O grupo não escondia a ansiedade minutos antes da viagem, mas o mais emocionado era o ciclista Wallace Paschoal, 56 anos. O funcionário público aposentado perdeu a visão há 12 anos após um tumor na hipófise seguido de descolamento de retina. “Estou emocionado desde agora, mas acho que a emoção maior vai ser quando estiver pedalando nas serras do Rio de Janeiro”, destacou.
Paschoal integra o projeto Deficiente Visual na Trilha, que desde 2005 reúne ciclistas com deficiência para desbravar circuitos no Distrito Federal. Eles usam bicicletas modelo tandem, que comporta duas pessoas. Na viagem ao Rio de Janeiro, Wallace será guiado por um dos organizadores do “bonde” de Brasília, o empresário Phillip James Fiuza Lima.
Momentos antes da partida, entre cuidados com o filho e acertos dos últimos detalhes, Fiuza disse que a organização do evento só foi possível com a ajuda das redes sociais – que  continuarão cumprindo função importante nesta nova fase, com divulgação de notícias sobre a bicicletada para quem quiser acompanhar a aventura.
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável volta ao Rio de Janeiro depois de 20 anos para avaliar os progressos das últimas décadas e os desafios ambientais que ainda devem ser superados. O principal objetivo da Rio+20 é reforçar o comprometimento político internacional para o desenvolvimento sustentável.
Edição: Lílian Beraldo

22 de junho de 2011

Andar a pé ou de bicicleta no Rio será objeto de política pública de transporte


03/02/2011 - 14h08
 

Alana Gandra
repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - O Plano Diretor de Transporte Não Motorizado do estado do Rio de Janeiro começou a receber hoje (3) críticas e sugestões da sociedade fluminense. A minuta do plano foi apresentada a representantes de prefeituras, organizações não governamentais e universidades no 1º Seminário Técnico do Programa de Transporte Não Motorizado, promovido pela Secretaria Estadual de Transportes.
O plano deverá estar concluído até o fim do primeiro semestre, informou à Agência Brasil o coordenador do Programa de Transporte Não Motorizado do governo do estado, Mauro Tavares.
O plano diretor está sendo elaborado por um consórcio, vencedor da licitação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), integrado por empresas com vasta experiência em planejamento cicloviário mundial. Entre elas, estão a canadense IBI Group, a brasileira Logit e a norte-americana ITDP. O objetivo é melhorar a mobilidade urbana em todo o estado, abrangendo as condições de locomoção de ciclistas e pedestres, a partir da garantia de maior segurança aos cidadãos.
“A proposta de um plano diretor é que ele se torne diretriz de atuação do governo do estado. E, a partir daí, tem proposta de incentivo ao uso da bicicleta. Tem diversas ações no sentido de divulgação, conscientização, treinamento”.
O interesse crescente por esse tipo de transporte sustentável está atrelado também à questão climática, visando a reduzir emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, comentou Tavares. “A gente tem que trabalhar para a questão da descarbonização do sistema de transporte. Eu acho que é o grande caminho. É o nosso futuro para reduzir os impactos ambientais”.
Tavares afirmou que essa é a aposta da Secretaria Estadual de Transportes, ao assumir essa iniciativa junto com o BID. “A gente entende que a bicicleta e o deslocamento a pé, que hoje são um percentual importante na matriz de deslocamento de transportes no nosso estado, têm que ser vistos dentro de políticas públicas”.
De acordo com dados do Plano Diretor de Transportes Urbanos (PDTU), os deslocamentos a pé representam hoje 33% da matriz, enquanto os deslocamentos com bicicletas, apenas 3%. “Nós estamos trabalhando para, até 2016, ter um aumento de 25%. Com isso, a participação modal da bicicleta passaria para 4% e o deslocamento a pé aumentaria 10%, passando para 37% no estado”, observou Tavares.
Ele destacou que andar de bicicleta já é um procedimento adotado na maioria dos 92 municípios fluminenses. “O que falta, efetivamente, são políticas públicas de incentivo a esse modo de deslocamento”. Segundo Mauro Tavares, as prefeituras se mostram interessadas no tema e estão abertas a propostas.
O Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a elaborar um programa de transporte não motorizado. O projeto fluminense poderá servir de modelo para outras unidades da Federação.
De acordo com o secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, o uso de bicicletas cresceu cinco vezes na cidade do Rio de Janeiro nos últimos 15 anos. A malha cicloviária do município tem atualmente 150 quilômetros. A promessa do prefeito Eduardo Paes é dobrar esse número até o fim de 2012. “E o Rio de Janeiro, que é hoje a segunda malha cicloviária da América Latina, vai se aproximar da primeira, que é Bogotá, na Colombia”, afiançou Tavares. A secretaria estima levantar a malha cicloviária de todo o estado até o final deste ano.
Edição: Vinicius Doria

Agência Brasil:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-02-03/andar-pe-ou-de-bicicleta-no-rio-sera-objeto-de-politica-publica-de-transporte

9 de julho de 2010

Friburgo: Bicicletas - A Voz da Serra

Parabenizo A VOZ DA SERRA pelo tema importante do editorial de 08/07/2010, que trata da necessidade de um trânsito humanizado, democrático, com espaço seguro para todos, inclusive para os não motorizados: pedestres e ciclistas. Friburgo tem uma tradição no uso da bicicleta. Vejo algumas fotos antigas e lá estão elas. Sem contar os bicicletários que existiam em colégios e indústrias. Hoje, são numerosos os ciclistas que se arriscam no trânsito de nossa cidade, sem a necessária segurança das ciclovias ou ciclofaixas. Talvez não sirva de comparação, mas de inspiração, de reflexão: o Rio de Janeiro possui 140 quilômetros de ciclovias; Bogotá, 180 quilômetros, e, em Copenhague, onde 37% da população anda de bicicleta, possui 350 quilômetros de ciclovia. Friburgo possui cerca de 3 quilômetros não interligados. Precisamos de ciclovias com urgência. Mas pequenas ações administrativas como a demarcação de ciclofaixas, a instalação de bicicletários, a expansão das ciclofaixa da avenida, a interligação com a Via Expressa, não demandariam grandes investimentos e significariam um início promissor.  

23 de março de 2010

Friburgo de Bicicleta: Mury - Theodoro


Trajeto iniciado a partir de Mury, avenida Hamburgo, km 6 (sinalização efetuada pela  Ascof - Associação dos Corredores Friburguenses), segui pelas Ruas Apolônia Pinto e Gertrudes Stern até Theodoro. Saí a 200 metros do posto da Patrulha. Como existe acostamento, percorri essa distância sem dificuldade.
É lugar de muita beleza, com a presença do rio, paisagem deslumbrante, e com sorte, perfume de açucena e borboletas pelo caminho.
Toda a extensão dessa antiga estrada do trem - das proximidades da Fábrica Ypu até Theodoro necessita ser valorizada e cuidada. A procura deste espaço por adeptos de caminhada, ciclismo, corrida é constante. Abriga um comércio interessante para moradores e turistas.
Notas:
  • As placas de sinalização dos quilômetros colocadas pela  Ascof desapareceram a partir do Km 8. Fazem falta.
  • A bicicleta é um meio de transporte bastante utilizado pelos moradores de Mury.
  • A cascata e a Usina Hans pela história e beleza merecem atenção especial.

12 de março de 2010

Friburgo de Bicicleta : Centro - Conselheiro Paulino


A partir da ciclovia da Avenida, segui pelas Avenidas Santos Dumont e Ruy Barbosa, atravessei em frente ao SESC para, em Duas Pedras, pegar a Avenida dos Ferroviários e seguir até Conselheiro.
A região da Rodoviária Norte exige muita paciência e cuidado para a travessia. 
O retorno feito pela Avenida Governador Roberto Silveira foi muito difícil: o trânsito intenso; a velocidade dos automóveis; os acostamentos: em algumas áreas transformados em estacionamento, em outras inexistentes. Embora possa parecer que trata-se apenas de uma estrada de passagem para automóveis, é, de fato, uma área urbana: populosa, com comércio, indústrias, escolas. Necessita de reordenamento que venha a permitir a democratização do espaço, possibilitando um convívio pacífico e seguro, não só entre os motorizados, mas considerando os ciclistas e pedestres. 

Pontos interessantes:
  • é bom pedalar por uma ciclovia: a certeza que não se está incomodando ninguém. Há sensação de segurança;
  • as antigas árvores da Avenida criam contornos interessantes. Digno de nota, um antigo flamboyant merece uma parada;
  • as bases da antiga ponte de ferro do trem, próximo ao quartel da Polícia Militar;
  • a Capela de São Pedro e São Paulo em Duas Pedras (sem ciclovias, é melhor pedir proteção);  
  • na Avenida dos Ferroviários, é bom saber da existência da Oficina do Fofão, em caso de pane na máquina;
  • a Igreja de Santa Terezinha em Conselheiro (sem ciclovias, desta vez agradecer por ter chegado a salvo);
  • Conselheiro é uma região bela, com vegetação magnífica. É fácil de ver as flores dos ipês e das quaresmeiras e de outras belas árvores. O árido, que às vezes salta aos olhos, não foi obra da natureza. 
 Boas pedaladas!

21 de fevereiro de 2010

Vias Verdes: um bom exemplo para Friburgo



Projeto realizado na Espanha - "Las Vías Verdes" - que utiliza ferrovias desativadas com finalidade de lazer e turismo, onde não é permitido o uso de veículos motorizados. Se destina ao uso de caminhantes, cicloturistas e para pessoas com mobilidade reduzida.
Um bom exemplo para Nova Friburgo, com seus caminhos do trem e com a natureza tão bela ao redor.
"Desde 1993, estos antiguos trazados ferroviarios están siendo acondicionados para ser recorridos por viajeros un tanto diferentes a los que los transitaron en tren: cicloturistas, caminantes y personas con movilidad reducida."
"Las Vías Verdes constituyen un instrumento ideal para promover en nuestra sociedad una cultura nueva del ocio y del deporte al aire libre, de la movilidad no motorizada. Representan un claro apoyo a la cultura de la bicicleta, al generalizar su uso entre todos los ciudadanos, desempeñando un importante papel educativo, en especial para los más jóvenes." http://www.viasverdes.com/

4 de fevereiro de 2010

Vida dura ser ciclista em Cabo Frio


Que bom que Cabo Frio tenha tantos ciclistas. É um meio de transporte perfeito para a cidade: com turismo, calor e praia. Por certo não são os ciclistas que causam o transtorno nem são os culpados pelos acidentes. Cabe aos administradores  encontrar solução que permita a livre circulação pelo espaço público, com segurança e com a escolha pelo indivíduo do meio de transporte desejado.
Ao ler a reportagem,  percebi uma carga condenatória absoluta sobre os ciclistas, o que não me parece correto: "transtorno, ciclistas estão envolvidos , estão em toda parte, crescimento desenfreado, desrespeitam a lei, o infrator, bicicleta apreendida, vai ter muita gente rodando fora da lei."

28 de janeiro de 2010

Friburgo: trem, automóveis e bicicletas


Este vídeo, produzido por Walter Feder na década de 50 é fantastico. Mostra a maria-fumaça percorrendo o centro de Nova Friburgo. É interessante observar o convívio tranquilo entre bicicletas, automóveis e o trem. Digno de nota: a elegante ciclista com seu vestido comprido, bolsa, e a sombrinha presa no porta-embrulho. Link original: http://www.youtube.com/watch?v=YvRAmf879uk 

2 de dezembro de 2008

Folha de S. Paulo - 01/12/2008

Bicicletas trilham o caminho de cidades mais verdes

Por ELISABETH ROSENTHAL 

BARCELONA - Costuma-se dizer que na Europa, onde existe uma crescente consciência ambiental, só há dois tipos de prefeitos: os que têm programa de compartilhamento de bicicletas e os que querem ter um. Nos últimos anos, esses programas brotaram e decolaram em dezenas de cidades, numa escala até então inimaginável e em lugares onde o uso da bicicleta nunca havia sido difundido.
Projetos grandes e populares como o "Vélib", que põe 20 mil bicicletas nas ruas de Paris, existem também nas cidades de Barcelona (Espanha) e Lyon (França). Até Roma, cujas ruas de pedra, estreitas e congestionadas, pareciam inadequadas para pedaladas, recentemente iniciou um programa-piloto, o Roma’n’Bike, a ser ampliado em breve.
Para prefeitos interessados em reduzir os congestionamentos e demonstrar sua boa-vontade ambiental, o compartilhamento de bicicletas representa uma solução interessante: pelo preço de um único ônibus, compra-se uma frota de bicicletas e evita-se a demora da construção de um metrô. Para os ciclistas, é uma alternativa de transporte barata e que contribui com o bem-estar do planeta.
Os novos sistemas têm sucesso em parte porque oferecem enormes quantidades de bicicletas na cidade inteira, mas o segredo está na tecnologia. Graças a cartões eletrônicos e à informatização dos bicicletários, o processo de apanhar e devolver uma bicicleta leva apenas segundos, e a tarifa é debitada na conta bancária.
"Quando algumas cidades começaram a lançar os programas, outras perceberam que também poderiam fazê-lo", disse Paul DeMaio, da MetroBike, consultoria em transporte via bicicletas baseada em Washington.
As gigantescas novas redes européias de compartilhamento de bicicletas não funcionam como diversão, e sim como alternativa barata de transporte. A maioria dos programas (ainda que não o de Paris) exclui turistas e impede que alguém passe o dia inteiro passeando.
Em Barcelona, as ruas ficam tomadas na hora do rush por filas de pessoas sobre as chamativas bicicletas vermelhas do programa Bicing, lançado há 18 meses. O Bicing oferece 6.000 bicicletas em 375 bicicletários, espalhados a cada poucos quarteirões. As bicicletas parecem estar constantemente em movimento.
"Eu as uso todo dia para ir ao trabalho. Todo mundo usa", disse o empresário André Borao, 44, vestindo terno cinza e gravata laranja, enquanto se preparava para ir pedalando almoçar em casa. "É conveniente, e eu gosto da perspectiva ao me deslocar pelas ruas."
A expansão do programa em Barcelona é típica da chamada "terceira geração" desse tipo de iniciativas, que se baseia na tecnologia. Na cidade, o cliente paga uma adesão anual ao programa, por cerca de US$ 30, e recebe um cartão que permite destravar as bicicletas. Os 30 primeiros minutos são gratuitos, e a partir daí cobra-se US$ 0,30 a cada meia hora. Se a bicicleta não for devolvida em qualquer bicicletário num prazo de duas horas, o cartão pode ser cancelado.
Na Alemanha e na Áustria, os programas costumam ser diferentes: os membros recebem pelo celular uma senha para destravar a bicicleta.
Nas Américas, questões como a responsabilidade pelo seguro, a cultura de valorização do carro, as maiores distâncias e a preferência pelo uso do capacete (opcional na Europa) tornaram mais lenta a adoção de programas desse tipo.
Mesmo assim, Washington e Montreal estão realizando pequenos projetos-piloto, enquanto Chicago e Nova York estudam opções. São Paulo também iniciou o seu programa, em setembro.
Mas talvez o melhor exemplo dessa nova cultura seja o de Xangai, que há apenas dez anos tentava eliminar bicicletas de alguns bulevares para dar lugar a mais carros. Em outubro, essa cidade chinesa lançou um programa-piloto de compartilhamento.
Em Lyon, uma das primeiras cidades a instituir um programa de grande porte baseado na tecnologia, em 2005, as autoridades estimam que as bicicletas já tenham evitado a emissão de milhões de toneladas de poluentes. Mais do que isso, afirmam que o programa mudou o rosto da cidade.
"A massa crítica de bicicletas na rua pacificou o trânsito", disse o vice-prefeito Gilles Vesco, gestor do programa. "Agora, a rua pertence a todos, e precisa ser compartilhada de forma melhor. Ela se tornou um espaço de maior convivência."
Em Barcelona, o programa Bicing ganhou popularidade surpreendente e teve de ser restringido pelas autoridades. "Por enquanto, ele não se expandirá", disse Ramón Ferreiro, responsável pelo programa. "Temos que consolidá-lo e aprimorar o sistema de manutenção." 
O projeto teve a adesão do estudante José Monllor, que agora vai às aulas de bicicleta. "Ele fica mais tempo na garagem", disse ele a respeito de seu carro. "É estúpido dirigir".

23 de novembro de 2008

Friburgo - Ciclovias

Andei por nossas "ciclovias": os dois quilômetros da via expressa e a mini da Avenida.  É boa a sensação de segurança, sem a ameaça dos carros e sem incomodar os pedestres. Fica porém, a frustração de não poder prosseguir, ir além, sem riscos. Vejo, diariamente, estudantes e trabalhadores pedalando para seus destinos, arriscando suas vidas entre carros, caminhões e ônibus. Está mais do que na hora de termos ciclovias integradas / faixas exclusivas que nos permitam pedalar distâncias significativas em segurança. Permitindo que a bicicleta seja utilizada como um meio de transporte efetivo, barato, não-poluente e sobretudo seguro.

31 de outubro de 2008

Nós na Tela - Que Mundo Queremos?

Inspirador este vídeo realizado em Curitiba. Contém depoimentos inteligentes e revela práticas criativas em busca de mudanças necessárias. 

27 de setembro de 2008

Paul Newman - Raindrops keep falling on my head - Uma bicicleta

Leio sobre o falecimento de Paul Newman em 26 de setembro e me vem à memória as cenas iniciais de Butch Cassidy - Dois homens e um destino , de 1969. A abertura fantástica é tudo de que me lembro desse filme. Além dos belos atores, uma melodia que vence o tempo: Raindrops keep falling on my head, e uma bicicleta.

23 de agosto de 2008

Secção Cyclista

A Velo-Photo Bandeira, localizada no centro de Nova Friburgo, oferecia em seu anúncio explêndidas "bicyclettes" para alugar, e prometia: "machinas solidas e limpas para ambos os sexos e todas as idades". Luxo de que dispúnhamos em 1918.