Parabenizo A VOZ DA SERRA pelo tema importante do editorial de 08/07/2010, que trata da necessidade de um trânsito humanizado, democrático, com espaço seguro para todos, inclusive para os não motorizados: pedestres e ciclistas. Friburgo tem uma tradição no uso da bicicleta. Vejo algumas fotos antigas e lá estão elas. Sem contar os bicicletários que existiam em colégios e indústrias. Hoje, são numerosos os ciclistas que se arriscam no trânsito de nossa cidade, sem a necessária segurança das ciclovias ou ciclofaixas. Talvez não sirva de comparação, mas de inspiração, de reflexão: o Rio de Janeiro possui 140 quilômetros de ciclovias; Bogotá, 180 quilômetros, e, em Copenhague, onde 37% da população anda de bicicleta, possui 350 quilômetros de ciclovia. Friburgo possui cerca de 3 quilômetros não interligados. Precisamos de ciclovias com urgência. Mas pequenas ações administrativas como a demarcação de ciclofaixas, a instalação de bicicletários, a expansão das ciclofaixa da avenida, a interligação com a Via Expressa, não demandariam grandes investimentos e significariam um início promissor.
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9 de julho de 2010
16 de maio de 2009
Ciclista faz campanha de conscientização de motorista
Li com interesse a matéria publicada no AVS em 04/05/2009, sob o título "Ciclista faz campanha de conscientização de motorista".
Relata a campanha empreendida por Carlos Alberto da Cruz em sua bicicleta por um trânsito humanizado. Da Cruz, como é conhecido, deseja apenas utilizar o seu meio de transporte - uma bicicleta - e se deslocar para o seu trabalho com segurança. A campanha surgiu após a experiência assustadora de ser abalroado por um ônibus urbano. Jogado ao chão, felizmente não se feriu. Teve o farol e o retrovisor de sua bicicleta danificados.
Em toda parte a bicicleta está sendo vista como um meio de transporte válido, não-poluente, barato e saudável. Em muitas cidades, ciclofaixas e ciclovias já contam com centenas de quilômetros.
A voracidade desmedida do automóvel pelo espaço urbano é danosa, rouba espaços de convívio, coloca em risco a vida de pedestres e ciclistas. Desumaniza a cidade.
Os planos para o trânsito não devem ser realizados de dentro dos automóveis. Uma visão mais democrática e humana deve ser considerada.
A campanha de Da Cruz é de muita importância. Que outras bandeiras tremulem e que outras vozes se somem nesta luta.
Viva Da Cruz!
Relata a campanha empreendida por Carlos Alberto da Cruz em sua bicicleta por um trânsito humanizado. Da Cruz, como é conhecido, deseja apenas utilizar o seu meio de transporte - uma bicicleta - e se deslocar para o seu trabalho com segurança. A campanha surgiu após a experiência assustadora de ser abalroado por um ônibus urbano. Jogado ao chão, felizmente não se feriu. Teve o farol e o retrovisor de sua bicicleta danificados.
Em toda parte a bicicleta está sendo vista como um meio de transporte válido, não-poluente, barato e saudável. Em muitas cidades, ciclofaixas e ciclovias já contam com centenas de quilômetros.
A voracidade desmedida do automóvel pelo espaço urbano é danosa, rouba espaços de convívio, coloca em risco a vida de pedestres e ciclistas. Desumaniza a cidade.
Os planos para o trânsito não devem ser realizados de dentro dos automóveis. Uma visão mais democrática e humana deve ser considerada.
A campanha de Da Cruz é de muita importância. Que outras bandeiras tremulem e que outras vozes se somem nesta luta.
Viva Da Cruz!
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